| 24 cristãos são presos em Asmara | |||||
De acordo com fontes, os presos eram, na maioria, estudantes da Universidade de Mai-Nefhi, sendo que 13 das 24 pessoas são mulheres. Ainda não há informações sobre o paradeiro dos detidos. Informações também confirmaram a morte de um prisioneiro na Prisão Militar de Mitire. O falecido, Mesghena Ghebretensai, era testemunha de Jeová e ficou preso no campo militar, por causa de sua decisão religiosa, em 2009. As testemunhas de Jeová estão entre os grupos religiosos que foram proibidos de funcionar, pelo governo da Eritreia, desde maio de 2002, além dos islâmicos, católicos e luteranos. Durante esse tempo na prisão, a saúde de Mesghena começou a se deteriorar. Mesghena não conseguiu recuperar sua condição e sua morte era iminente, por isso as autoridades da prisão o devolveram à sua família. Ele morreu pouco tempo depois de chegar à sua casa. A data exata da libertação e de sua morte ainda não é conhecida. Ore por: • Ore por esses 24 cristãos que foram presos, para que eles se mantenham firmes em sua fé. Eles enfrentaram um tempo difícil, de muita provação. Ore para que o Senhor os proteja e lhes dê sabedoria. • Ore pelos familiares de Mesghena Ghebretensai, para que encontrem consolo no Senhor e se aproximem Dele. Tradução: Lucas Gregório | |||||
| Cristãos são brutalmente espancados por não negar a Jesus | ||||
Liaqat Munawar disse à Compass, por telefone, que seu irmão, Ishfaq Munawar, e outro jovem cristão, Naeem Masih, estavam voltando de um culto de oração de uma igreja em Sohrab Goth, em 14 de agosto, quando jovens muçulmanos os perseguiram e os atacaram. “Ishfaq e Naeem foram andar de moto, quando seis jovens sinalizaram para eles pararem”, disse Liaqat. “Eles pediram aos dois para se identificarem. Ishfaq disse que eles eram cristãos e estavam voltando de um culto de oração na igreja.” Os muçulmanos lhes perguntaram por que eles estavam na região e eles responderam que só passaram por ali para participar das celebrações do Dia da Independência na praia. “Os jovens muçulmanos, então, começaram a questionar a fé deles e, posteriormente, tentaram forçá-los a se converterem ao islamismo, dizendo que essa era a única maneira para eles poderem viver em paz na cidade”, disse Munawar Liaqat. “Eles também ofereceram incentivos financeiros e proteção a Ishfaq e Naeem, mas ambos se recusaram a negar a Jesus Cristo e à sua fé nele.” Depois de questioná-los por algum tempo, os jovens entraram em um carro branco e foram embora. Ishfaq e Naeem subiram na moto e estavam prestes a ir embora também, quando os jovens muçulmanos deram meia volta no carro e os atacaram. “Os muçulmanos saíram do carro armados com barras de ferro e atacaram Ishfaq e Naeem, gritando que eles deveriam se converter ao Islã ou morreriam”, disse Munawar Liaqat. Ele disse ainda que os jovens espancaram os dois cristãos, fraturando a mandíbula de Ishfaq Munawar e quebrando-lhe cinco dentes, além de ferir gravemente Naeem. Ele acrescentou que os dois cristãos caíram inconscientes e os jovens os deixaram ali, pensando que tivessem morrido. Liaqat Munawar disse que a família não tinha registrado nada na delegacia, temendo que os muçulmanos viessem com represálias contra eles, mas agora estavam considerando a possibilidade de apresentar uma queixa formal. Tradução: Portas Abertas | ||||
O decreto de sábado vem 75 anos depois de o governo turco ter apreendido centenas de terrenos e edifícios de propriedade de comunidades cristãs. O primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, anunciou a decisão na noite desse domingo em Istambul, marcando um grande encontro com os não-muçulmanos e líderes religiosos. Eles foram convidados a participar da quebra do jejum no último dia do Ramadã. Reconhecendo as injustiças sofridas no passado pelos diferentes grupos religiosos, ele prometeu: “Aqueles dias já acabaram. Em nosso país, nenhum cidadão é melhor do que outro.” Em esclarecimento deliberado, o turco Ahmet Davutoglu, ministro das Relações Exteriores, ressaltou que a decisão formal do governo não foi uma gestão dirigida às minorias, mas o retorno dos direitos dos cristãos de ser legalmente iguais aos outros. O decreto é um passo significativo para eliminar décadas de práticas desleais impostas pelo Estado turco contra os seus cidadãos não-muçulmanos. Poucas horas depois do anúncio-surpresa, os conselhos das minorias religiosas começaram a rever a condição de suas propriedades confiscadas. As novas leis devem ser aplicadas dentro dos próximos 12 meses. As propriedades incluem escolas, igrejas, cemitérios, lojas, hospitais, orfanatos, casas, edifícios de apartamentos e fábricas que foram apreendidas pelo Estado turco e registradas como propriedades públicas ou de fundações. A decisão de 1974 ainda havia proibido as comunidades não-muçulmanas de adquirir qualquer propriedade nova. O novo decreto estabelece que os proprietários dos imóveis confiscados pelo Estado serão reembolsados com o valor do mercado. Segundo a mídia turca, o Ministério das Finanças irá determinar a compensação para as propriedades que foram vendidas a terceiros. Tradução: Lucas Gregório | ||||



"Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." Ap 2:10
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